Que vou falando sem receio
É nas palavras que escrevo sem pensar
que guardo o que em ninguém posso guardar
É quando me sinto pequenina
Que escrevo pra crescer
Não passam mesmo de palavras
Mas ajudam-me a esquecer
Quando o coração vai apertando
É no papel que acalmo o que sinto
Num curto prazo de espaço
Deixo de me sentir sozinhaQuando me lembro não posso
É aí que fico presa num labirinto
Pego no papel e aguardo a resposta
A resposta ao que sintoÉ a escrever que me liberto
Que vou mentindo a mim mesma
Num segundo quando me liberto torno a ficar presa
Presa nas palavras que me acorrentam
É quando sinto que nada faz sentido
Que escrevo sem parar
Não sou poeta
Mas ao escrever torno a acreditar que sou capaz
Capaz de superar as palavras que escrevo
O que nunca tive mas fui perdendo
O coração pequenino que tenho
E as lágrimas que foram escorrendo
Há escolhas assim e futuros que nos reservam
Eu fiz a minha própria escolha e tracei o meu caminho
Onde continuarei a caminhar
Mas de olhos abertos
E é quando tornar a ficar pequenina
Que levarei sempre comigo a caneta e o papel
E quando já nem as palavras chegarem
O coração partir-se-á mas permanecerei de pé
Marta Costa.

Espero que o que sintas nao te faça mudar,
ResponderEliminarpois Marta Costa é perfeita assim,
uma amiga importante sempre vi em ti,
algo especial me fazias sentir,
aquele sorriso naquele dia que me libertou,
espero que esse dia seja,
o hoje o amanha e para sempre laços inquebraveis, inseparáveis, que a gente criou xD
Adoro-te Marta Costa
Ass: Nuno Sousa
Ahahah
ResponderEliminarEscreves-te um textinho uhuh, obrigada Nuno *.*