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Lisboa, Portugal
Marta Catarina Aguiar Costa

domingo, 30 de outubro de 2011

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Se o medo que por vezes sentimos pudesse transparecer o que realmente somos, nada daquilo que parecíamos ser éramos na verdade, nada do que parecia ter sido mentira teria sido a realidade. A realidade que vivemos de corpo e alma, a realidade que fez com que parte de nós se dividisse e que faz com que neste momento nos sintamos incompletos. E é quando parte de nós voou que apenas guardamos as palavras, as memórias, as histórias, porque sim, essas jamais serão páginas perdidas.

Marta Costa.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

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Sinto algo que me consome, que me leva e me faz perder no pensamento, sinto que por vezes sou levada com o vento.

Marta Costa.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Recuar.

Gostava de recuar no tempo, de emendar e voltar a acordar, de voltar a acreditar que é possível e recomeçar, sem nenhum segredo, sem qualquer receio ou medo.

Marta Costa.




sábado, 22 de outubro de 2011

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Fugir do que nos magoa apenas adormece o que sentimos, não apaga nada, apenas fingimos.

Marta Costa.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

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(…)cada vez fica mais forte, a vontade, a força que me leva, por vezes, parece perder o sentido, parece que tudo está perdido.

Marta Costa.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Tenho ouvido dizer que o tempo cura, o tempo faz esquecer, o tempo apaga, mas até hoje não acredito.
O tempo é uma máscara que nos pode envolver, suaviza, mas não faz esquecer, tenta, mas jamais consegue apagar.

Marta Costa

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

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Não há um dia que passe sem que sinta, uma força que me chama e me faz continuar, que me pede para não desistir, para ficar.
Não há um dia que perca a vontade de caminhar, de caminhar até onde quero chegar, de apagar passo a passo cada erro que cometi, voltar atrás e conseguir dizer que consegui.
Cada dia que passa mais os pensamentos me envolvem, dou por mim a estar onde não estou, a pensar no que não posso ver, a querer o que talvez nunca mais poderei vir a ter.

Marta Costa.



terça-feira, 18 de outubro de 2011

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O tempo não ajuda ao contrário do que dizem,
O que ajuda é pensar em soluções e não nos problemas.

Marta Costa.


sábado, 15 de outubro de 2011

(...)

Há vezes em que me sinto presa no meu próprio corpo, acordo de mãos e pés atados como se isso me impedisse de fazer o que quero.
Sou contra o tempo e a sua forma de passar, não me apetece esperar, não me apetece viver na incerteza do que o amanhã será.
É algo iminente em mim, é algo que destrói pedacinho a pedacinho do que sou, mas ao fundo algo me diz, algo me escuta como quem chama por mim, diz-me para continuar, para lutar pelo que me faz feliz, porque o tempo não importa e esperar é  assim...

Marta Costa.




sexta-feira, 14 de outubro de 2011

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«You led me here, then I watched you disappear
You left this emptiness inside and I can't turn back time

No! Stay! Nothing compares to you
nothing compares to you
I can't let you go»

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

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A indiferença mente
Afastas o que o coração sente
Quando metade de ti te encontra
Sentes que o que fizeste é contra

Percorrem-nos todas as lembranças
As memórias são as esperanças
Algo parece nunca ter fim
É comum em tudo, em mim

Metade de nós é perdido
O tempo passa sem sentido
O mais importante foi embora
Resta esperar, é um agora

Entre todos os receios, todos os segredos
Entre mil e um medos
Entre portas e janelas fechadas há solução
Não existem máquinas, existe um coração

Marta Costa.


domingo, 9 de outubro de 2011

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«A porta fechou-se contigo
Levas-te na noite o meu chão
E agora neste quarto vazio
Não sei que outras sombras virão
E alguém ao longe me diz

Não desistas de mim
Não te percas agora
Não desistas de mim
A noite ainda demora»