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Lisboa, Portugal
Marta Catarina Aguiar Costa

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

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A indiferença mente
Afastas o que o coração sente
Quando metade de ti te encontra
Sentes que o que fizeste é contra

Percorrem-nos todas as lembranças
As memórias são as esperanças
Algo parece nunca ter fim
É comum em tudo, em mim

Metade de nós é perdido
O tempo passa sem sentido
O mais importante foi embora
Resta esperar, é um agora

Entre todos os receios, todos os segredos
Entre mil e um medos
Entre portas e janelas fechadas há solução
Não existem máquinas, existe um coração

Marta Costa.


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