Há vezes em que me sinto presa no meu próprio corpo, acordo de mãos e pés atados como se isso me impedisse de fazer o que quero.
Sou contra o tempo e a sua forma de passar, não me apetece esperar, não me apetece viver na incerteza do que o amanhã será.
É algo iminente em mim, é algo que destrói pedacinho a pedacinho do que sou, mas ao fundo algo me diz, algo me escuta como quem chama por mim, diz-me para continuar, para lutar pelo que me faz feliz, porque o tempo não importa e esperar é assim...
Marta Costa.
Motivos cívicos de força muito grande forçam-me a usar o vosso mail para vincular este alerta,
ResponderEliminarPeço desculpa, desde já.
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Obrigado