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Lisboa, Portugal
Marta Catarina Aguiar Costa

sábado, 21 de maio de 2011

(...)

Gostava de saber usar as palavras certas, gostava de conseguir ver tudo com outros olhos, gostava de ver o meu mundo de outra forma, mas penso sempre que tudo pode vir a mudar, sentencio-me a mim mesma na esperança de mudar o que sozinha não posso.
Vejo que às vezes os que parecem estar a todo tempo comigo, são os que primeiro me abandonam e me dizem não precisar de mim e os que pensava que nunca estariam lá, são os primeiros a dizer que me amam, que me querem aqui.
Sinto que erro como qualquer pessoa, sinto que nem sempre faço certo e digo o que devia, sinto que nem sempre sou a melhor pessoa do mundo, mas todos dias, a cada dia, vou mudando o meu ser, vou mudando e tentando adquirir o que parecia nunca poder ter.  
De certa forma sinto pena, pena que as pessoas a quem mais dava valor por isto ou por aquilo sejam as primeiras a atirar-me a primeira pedra, sejam as primeiras a atingir o meu interior, a fazer-me sentir da pior forma, alguém inferior.
Vou deixando de acreditar em tudo e em todos, vou deixando de dar tanto de mim, vou deixando de acreditar em qualquer palavra, vou aprendendo que as pessoas conseguem dizer mais verdades com olhos.
Mas pode ser que o tempo consiga mudar o que sozinha não consigo, por mais que luta e sofra, por mais que mostre com acções o que realmente quero, por mais que chore ou grite, nada resolve, talvez um dia tudo mude, talvez um dia dê pra perceber, tudo o que penso, tudo o que sinto, todas as intenções, todas as acções.
Se deixo de gostar de quem me parece querer mal?! Por incrível que pareça não, de algum modo essas pessoas continuam a fazer parte de mim e da minha vida, e porquê?! Porque me fizeram feliz, simples.

Marta Costa.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mas...

Gostava de voltar atrás, atrás ao tempo onde parecia conhecer tudo, todas as intenções, todas as rezas, todas as promessas, e hoje, hoje era o tempo de voltar a virar a página de um livro aberto e seguir, seguir em secreto.
Mas deparo-me com obstáculos, com valores, com questões, e é aí onde paro e contesto, num livro fechado onde se guardam recordações?! Não se guardam, por isso será um livro que nunca se fechará, ficará sempre aberto e presente, presente em toda a memória, com toda a história.

Marta Costa.



sexta-feira, 13 de maio de 2011

Vale a pena.

As palavras vão e vêm, vão levando a pessoa que és e trazendo tudo o que sentes, mas entre mil e um sorrisos vês, vês que com os teus olhos não mentes.
Mas como tudo, tudo pode mudar, num segundo tudo pode voltar, tudo o que pensavas que já não existia, tudo o que pensavas ter perdido um dia, com toda a força que tens podes conseguir recuperar, porque tudo exige um esforço e no que vale realmente a pena, só se cansa quem não sabe esperar. :|

Marta Costa.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Não.

Não, não digo não, nem agora nem depois, acredito mais no que vejo e me rodeia do que em palavras ditas sem pensar, acredito que o que é verdadeiro nunca se vai, nunca se vai por completo sem jamais voltar, porque como em tudo há ilusões, há meras palavras, mas meras palavras não provam acções. :/

Marta Costa.



quarta-feira, 4 de maio de 2011

Nunca...

Nunca digas adeus, porque nada se perde mesmo que não seja teu.

Marta Costa.