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Lisboa, Portugal
Marta Catarina Aguiar Costa

terça-feira, 23 de julho de 2013

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"E tu vais compreender, que mesmo daqui a 50 anos, alguém vai dizer o nome dela, e tu ainda vais saber quem é."


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

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"(...) what if I still love you? Then I will pretend I don't."

sábado, 8 de setembro de 2012

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« (...) when the feeling is true, my dear, nor the time results.»


segunda-feira, 23 de julho de 2012

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The truth is that not even time can erase the memories and moments.




quarta-feira, 4 de julho de 2012

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Moments that you spent with you will keep forever in my heart, but with you my heart also stopped believing in love.

sábado, 21 de abril de 2012

A peça que falta


Palavras verdadeiras escrevemos com o olhar, com gestos, com o que sentimos. A verdade não está em quem nos ouve ou em quem nos fala, a verdade está onde nós acreditamos existir, é essencialmente aquilo que sentimos e que mais ninguém pode mudar. Por vezes, gostaríamos de tornar as palavras tão verdadeiras quanto aquilo que sentimos e persistimos em ser real, é talvez aquilo que nos falta completar, a peça que faltava para terminar. É essa peça que demoramos a encontrar, é essa peça que faz com que metade do nosso caminho esteja errado, baralhado, sem sentido. A peça que faltava é exprimir em palavras o que sentimos, é a única forma onde podemos organizar cada capítulo da nossa vida. Complicado será terminar cada capítulo que falta da mesma forma como começou, bonito seria nem sequer terminá-lo, deixar uma página aberta, o que vier veio, o que não veio, quem saiba virá. Uma história pode terminar com uma vírgula ao invés de um ponto final; pode nem sequer acabar, pode nem sequer nunca se desvendar porque a história perfeita é a que nós mesmos escrevemos onde talvez a única peça que falta somos nós e a nós encontrarmo-nos,

Marta Costa.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

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«O coração tem razões que a razão desconhece.»

domingo, 8 de abril de 2012

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«I do not believe on time, I believe on what I feel.»

sexta-feira, 30 de março de 2012

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«O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.»

sexta-feira, 23 de março de 2012

(...)

Todos temos um dever, o principal é sermos felizes. Lutar contra tudo e todos, quer lutemos contra um sim ou um não, acreditar em nós próprios não é um dever, é uma obrigação.

Marta Costa.

 

Why?

«Porque o tempo é tão implacável, roubando-nos as oportunidades se não formos suficientemente rápidos para agarrá-las imediatamente?»

 

terça-feira, 13 de março de 2012

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Se não acreditares na minha boca, olha-me nos olhos.

 

domingo, 4 de março de 2012

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«(...) look into my eyes if you can't remember...»



Ser (...)

És superior aos outros quando te superas a ti próprio e não fazes o que eles te fizeram.


Marta Costa.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

(...)

Confundes-me a mente, mas não consegues levar o que trago no coração!

Marta Costa.



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Por vezes (...)

Por vezes as palavras são inúteis, o silêncio pode significar um estou aqui.


Marta Costa.


 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O vento (...)

O vento pode levar palavras, mas não leva memórias, não leva ou apaga qualquer história.

Marta Costa.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

(...)

Não devemos ter medo de seguir os nossos instintos, por vezes, as melhores 
coisas são feitas sem pensar.

Marta Costa.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

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«É com o coração que se vê correctamente, o essencial
 é invisível aos olhos.»

domingo, 18 de dezembro de 2011

Cada passo

Cada passo é uma escolha do caminho que queremos seguir, é talvez a porta que um dia precisamos de abrir.

Marta Costa.

sábado, 10 de dezembro de 2011

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Podemos escrever uma história entre linhas e caminhos nunca antes percorridos, unindo qualquer pensamento ou desejos divididos. Abrimos um livro nunca aberto e começamos a escrever, uma história que pareça não ter sentido, mas talvez real, uma história em aberto, mas sem um ponto final,

Marta Costa.